O que você está ouvindo?

Vai o link direto para o Gloria, com seu Amen que é um ponto sublime da Ars Nova, também é o ponto alto da gravação do Pérès.

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Sou muito fá do Seu Guillherme.

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Podem me jogar pedras, mas eu gosto mais de Scriabin que Rachmaninov.

O que estou ouvido, pelas mãos do Sr. Gregório Sokolov:

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Telemann

Concerto para Violino TWV 51:B1

Il Pomo d’Oro

Dmitry Sinkovsky

Abri aleatoriamente no YouTube.

Éliane Radigue - Jetsun Mila
Link: Spotify – Web Player

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Beethoven

Sinfonia n° 6, Pastoral

Chamber Orchestra of Europe

Nikolaus Harnoncourt

Recomendação do confrade Bruno Gripp.

Por algum motivo eu tinha recordações ruins dessa gravação. Escutando hoje, com bons fones de ouvido e em um ambiente silencioso, a impressão foi bem mais positiva.

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J. G. Janitsch (1708 - c. 1763)

Church Sonatas

Berlin Friday Academy

Aqui Paixão segundo São Marcos, de Bach, na Rai radio classica.

  • Através do ótimo app Tunein.

Uma espetacular versão de Quadros de Uma Exposição, de Mussorgsky, com a Gewandhausorchester Leipzig, regência do lendário Igor Markevitch.

A gravação original é de 1973, pelo selo Eterna, da extinta Alemanha Oriental. Foi relançada em CD pela Berlin Classics.

A título de curiosidade, segue foto do envelope de papelão que protege o CD (que vem dentro de uma outra embalagem, também de papelão, da Berlin Classics). É uma reprodução da capa original.

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Richard WAGNER (1813-1883)

Tannhäuser (Paris Version)

Spas Wenkoff (tenor) – Tannhäuser

Gwyneth Jones (soprano) – Venus/Elisabeth

Bernd Weikl (baritone) – Wolfram von Eschenbach

Hans Sotin (bass) – Landgraf Hermann

Franz Mazura (baritone) – Biterolf

Reinmar von Zweter (treble) – Shepherd

Orchestra and Chorus of the Bayreuth Festival/Colin Davis

rec. live, Bayreuth Festival, July 1978

Descubram.

Anna Þorvaldsdóttir

Archora / Aiōn

Orquestra Sinfônica da Islândia

Eva Ollikainen

Uma das compositoras contemporâneas mais reputadas, þorvaldsdóttir tem uma linguagem algo aparentada com a de Saariaho, mas de.modo geral até mais agradável. É uma música de transições lentas, transformações progressivas. Estou gostando bastante. A segunda e maior peça aiōn (do grego para “eternidade”) explora essa perspectiva da longa duração. É uma musica que te tira do presente e te joga na eternidade, uma beleza diferente, que não ouvimos antes.

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Johann Sebastian Bach, aniversariante do dia (para a discussão sobre a data mais adequada, sugiro consultar o link: O nascimento de Johann Sebastian Bach – velho e novo testamento barroco – A Trupe Barroca)

Vamos de:

Toccata e fuga BWV 565

Triosonate BWV 525

Helmut Walcha, orgão.

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Algernon Ashton

Sonata para cello e piano n°1

Gravação muito bem arrumada.

Link: https://www.youtube.com/watch?v=nRLwJGZHKzQ&list=PLGA7IZDGlulI0JCgiO_r4FUqHrHxpiECP

Sem Sol (Без солнца)

Ciclo de seis canções de Modest Mussorgsky, o outro aniversariante do dia (nesse caso, não há polêmicas).

Sergei Leiferkus, barítono

Semion Skigin, piano.

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William Walton

Concerto para Viola

Lars Anders Tomter, viola

English Northern Philharmonia

Paul Daniel

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Shostakovich

Sinfonia n° 5

Wiener Philharmoniker

Mariss Jansons

Sergei Rachmaninov

Concerto para piano nº 3

Orquestra Sinfônica de Londres

Michael Francis

Valentina Lisitsa, piano

Cheguei mais cedo na faculdade e comecei a cantarolar automaticamente o primeiro tema: “tam tarara tararaaaa”. Peguei o spotify e fiquei trabalhando ouvindo o concerto. Tem vezes em que música pede prazer puro e os concertos de Rachmaninoff oferecem isso. Na minha mente essa é a gravação paradigmatica do Rach 3. Sei que para muitos é a do Horowitz, mas a história de vida de Lisitsa e esses concertos é fascinante demais.

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Amei muito esse Scriabin, @Calleres. Retribuo.

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Anton Bruckner
Sinfonia no. 9 em ré menor
Orquestra Filarmônica de Berlim
Günter Wand

Um amigo me mandou um video assim


A música, infelizmente, era algo mais como uma big band. Mas fiquei pesando, qual seria a sua pedrada musical, aquilo que quando você ouve pensa:“não, a vida vale a pena ser vivida.” Veja, não é a sua música preferida, mas aquela de resolução mais satisfatória. Difícil bater um martelo, há alguns candidatos, mas a nona de Bruckner é um excelente candidato.

Sobretudo o clímax do primeiro movimento traz uma sensação de liberação de tensão que poucas músicas trazem. É algo quase físico.

Ela toca a cadência de cima ou a cadência de baixo?

Acho que vou abrir um tópico sobre isso…

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